De uma forma bem geral, uma matéria-prima é orgânica quando foi cultivada sem a adição de insumos químicos, fertilizantes, agrotóxicos ou pesticidas. Há uma lei dos orgânicos no Brasil, mas não há uma regulamentação quanto a cosméticos. São permitidos os processos que utilizam pressão, destilação a frio, vapor ou água, concentração por métodos físicos ou mecânicos e percolação. Já os solventes extratores são glicerina e álcool, se obtidos de maneira orgânica. A Intua Beauty busca compreender a natureza e dela trazer o que há de melhor, sem deixar de cuidar do planeta.
Consumo de água reduzido
Assim, além de contribuir para a criação de uma relação de consumo mais saudável, você aproveita os benefícios de uma linha de produtos incríveis. Se você tem uma pele muito sensível e encontra dificuldades na hora de procurar cosméticos de qualidade, saiba que os produtos veganos podem ser uma excelente alternativa para resolver o seu problema. A preocupação com a saúde e o bem estar tem feito com que a demanda por cosméticos veganos aumente. É por isso que itens veganos vêm ganhando mais espaço entre o público que busca um autocuidado natural. Os produtos veganos exigem menos água e terra para serem produzidos do que os produtos de origem animal e geram menos gases de efeito estufa. Já os produtos veganos para cabelo podem ser encontrados na forma de shampoo, máscara de tratamento, condicionador, creme de pentear, entre tantos outros.
Como usar produtos veganos?
Então, se você quer saber o que são cosméticos veganos e por que tantas pessoas buscam esse tipo de produto, continue lendo. A Ahoaloe vai explicar em detalhes como esses compostos agem e seus benefícios para a pele. Pois é, alternativas não faltam pra quem quer dar uma chance pros produtos veganos. A procura por esses itens vem crescendo bastante, mostrando que cada vez mais pessoas estão em busca de consumir com mais consciência e com carinho pelo meio ambiente.
Entenda o diferencial dos cosméticos veganos
O mais legal é que o impacto positivo que esses produtos geram na preservação da flora acaba beneficiando todo o ecossistema, já que os bichinhos têm papel fundamental no seu equilíbrio. Além disso, existem muitas alternativas de itens veganos surgindo por aí, feitos com processos e ingredientes sustentáveis, fundamentais pro bem do Planeta. — Substâncias quimicamente sintetizadas nem sempre são ruins, mas algumas podem ter efeito cumulativo na pele e, a longo prazo, gerar danos. Já os produtos naturais, que são mais delicados e livres de conservantes, podem trazer benefícios com o uso contínuo.

Por exemplo, é comum a realização de testes de cosméticos em animais, antes de serem vendidos para humanos, para saber se eles apresentam reações não desejadas. Desse modo, um produto vegano é um produto que não contém nenhum ingrediente de origem animal e nem é testado em animais, independentemente se esse produto é químico ou natural. É tanto nome e tanto selo, que a gente fica mesmo confusa ao comparar os rótulos diante de uma prateleira! Então, para facilitar a sua vida, resolvemos organizar um pouquinho as informações. Depois de ler esse artigo, é você que vai dar aula para as amigas sobre as diferenças de cada selo. Já derivados naturais são matérias-primas de origem natural, mas que passam por determinados processos de transformação química ou biotecnológica.
Assim, fica mais fácil e simples se tornar adepto aos produtos veganos e de origem natural. Além de estilo de vida, o veganismo traz consigo questões essenciais para os hábitos e conscientização do comportamento da sociedade. Presente não só na alimentação, esses produtos têm como foco a preservação natural de seu ecossistema, como por exemplo, o meio ambiente e os animais. Diante disso, o veganismo está presente no vestuário e principalmente, no ramo de beleza e cosméticos. Quando se trata de cosméticos e produtos de limpeza, os veganos podem encontrar opções que não contêm cera de abelha, lanolina ou outros ingredientes derivados de animais.
Ela afirma que nenhum teste em animal foi realizado durante ou depois da auditoria, passando por monitoração dos processos de fabricação a partir da data de emissão do selo. Como consequência, o mercado começa a se adaptar pra novas formas de fabricar seus produtos, suprindo a demanda sem que animais tenham que ser maltratados no processo. Portanto, abraçar os cosméticos veganos impulsiona uma cadeia de solidariedade e sustentabilidade que pode mudar o planeta em que vivemos e que deixaremos para as próximas gerações.
O objetivo é a redução de impactos ambientais a partir das mudanças de consumo. Optando por produtos sem origem animal, a gente consequentemente reduz a demanda pela criação em massa deles. A longo prazo, os recursos hídricos podem ser usados de forma muito mais sustentável e a gente consegue preservar muita água. Os cosméticos veganos não apenas evitam esses malefícios, como ainda tendem a beneficiar e melhorar a pele e os fios em longo prazo. Dentro de suas possibilidades e limitações, os veganos buscam reduzir ao máximo possível o uso ou o consumo de itens produzidos a partir da exploração animal.
Cosméticos veganos são cosméticos que não contêm produtos de origem animal (leite, mel, cera de abelha) e não são testados em animais. Muita gente pega um produto vegano na prateleira achando que é um produto natural, mas não existe correlação entre os dois. Um produto vegano pode ser natural, ou pode estar terra flor cheio de química e produtos nocivos. Não faz sentido consumir um produto vegano cheio de química, já que esse produto vai acabar prejudicando sua saúde e a saúde do planeta. Os resíduos químicos que você lava no banho caem nos rios e mares, afeta a qualidade da água e a vida dos animais aquáticos.
Ou porque viu que os ingredientes de um shampoo vegano não possuem nada de tóxico, o que muitas vezes não acontece na versão convencional. Afinal, o veganismo é uma forma de cuidar do mundo, dos animais e dos efeitos causados pelo consumo desenfreado de uma maneira mais simples e fácil. E, obviamente, estes ingredientes não podem ter origem animal de forma alguma para que sejam considerados veganos. Pesquisa do Ibope divulgada pela Sociedade Brasileira de Vegetarianismo mostra que 14% da população brasileira se declara como vegetariana (conforme dados de abril de 2018).
Apesar dos produtos veganos cosméticos não serem necessariamente naturais, visto que existem substâncias sintéticas que substituem os ingredientes de origem animal, a tendência é que sejam. Isso porque é comum as marcas de produtos veganos se preocuparem com a vida animal e o resto do planeta. Na hora da escolha de um produto é natural que o consumidor possa confundir a procedência de um produto natural, para um produto vegano. Um exemplo disso, são os produtos que possuem extrato de mel em sua composição.
Fios cacheados e crespos sempre precisam de uma hidratação mais profunda. A babosa, também conhecida como Aloe vera, é um dos ativos da natureza mais queridos para… A revitalização da pele é essencial para manter os tecidos protegidos, bastante hidratados, macios e fortes…. Ou ainda, a testagem in vitro que é realizada em laboratórios e não maltrata animais para este tipo de testes.
Para quem vive em regiões com dias ensolarados, há ainda mais benefícios, afinal, não é necessário se preocupar em se esconder do sol após fazer uma limpeza. Isso porque os produtos veganos atuam de maneira gradativa, ou seja, em uma modalidade com estilo slow beauty, que não deixa a pele sensibilizada. Os óleos essenciais, extratos vegetais e ácidos orgânicos incorporados nos produtos de origem vegana agem como conservantes. Como são elementos naturais, eles impedem a proliferação de microrganismos, deixando sua pele segura e protegida, sem danificá-la.
O segredo é sempre ficar atenta aos rótulos e pesquisar sobre nomes que você não reconheça. E tudo isso sem razão, já que não há garantia de que um produto que não seja prejudicial para determinada espécie de animais não vá ser nocivo para humanos. Outra forma de fazer os testes também é optar por voluntários humanos que desejam se submeter ao processo de testagem. Uma vez que a tecnologia tem evoluído cada vez mais, é possível criar pele humana em laboratórios para realizar os testes dermatológicos.
