Por que especialistas dizem que inteligência artificial pode levar à extinção da humanidade BBC News Brasil

Por que especialistas dizem que inteligência artificial pode levar à extinção da humanidade BBC News Brasil

Não são poucos os casos em que o uso incorreto da IA tem causado sérios danos aos consumidores e à reputação de uma empresa. Tudo isso criou um ambiente favorável para que a IA saísse dos laboratórios de pesquisa para ser incorporada em vários produtos e serviços, que tanto geraram ganhos econômicos como sociais. Empresas conseguiram projetar produtos e serviços mais seguros, baratos e personalizados, órgãos públicos puderam oferecer melhores serviços à população e organizações não governamentais conseguiram fiscalizar com maior eficiência ações que pudessem trazer danos a sociedade. “Apesar das imensas evidências de problemas no Facebook e em outros sites de redes sociais, já se passaram 25 anos”, afirma a jornalista de tecnologia Kara Swisher.

Visão de especialista: Mais seguro que os humanos

“Porque, para dominar a tecnologia, você precisa ter conhecimento bastante especializado. O documento alerta que o futuro da sociedade brasileira será moldado pelas escolhas que o governo e a sociedade fizerem em relação à inteligência artificial. Sem investimento adequado na área, o Brasil pode ter um declínio tecnológico e ficar à mercê dos países que se acham na vanguarda nesse campo.

O que a inteligência artificial pode causar?

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Nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, a previsão é que um quarto dos empregos seja substituído pela tecnologia. Mas, afinal, você sabe o que faz com que um dispositivo ou serviço seja classificado como uma IA? Basicamente, são tecnologias computacionais que realizam tarefas baseadas na forma como o cérebro humano funciona.

Este celular quase foi o primeiro aparelho Android

Esses veículos utilizam sensores e algoritmos para tomar decisões de direção de forma autônoma. Com a capacidade de processar informações em tempo real e reagir rapidamente a diferentes situações, os carros autônomos têm o potencial de tornar o transporte mais seguro e eficiente. Além disso, a IA também pode ser aplicada na otimização de rotas e na gestão do tráfego, contribuindo para diminuir congestionamentos e melhorar a mobilidade urbana. Muitos empregos que antes eram executados por humanos estão sendo substituídos por máquinas inteligentes.

Placas de AMD e Nvidia para o segmento intermediário contam com bom volume de VRAM, suporte ao Ray Tracing e frequências que superam os 2.400 MHz. Você já sabe que o cumprimento das metas presentes no ODS 9 é essencial para promover um desenvolvimento sustentável, certo? Isso porque essas metas impulsionam a criação de infraestruturas resistentes e adaptáveis, ao mesmo tempo que trabalham em inovação tecnológica.

Consequentemente, os sistemas de IA podem reproduzir esses preconceitos, levando a decisões discriminatórias e injustas. É fundamental que os desenvolvedores de IA estejam cientes desse viés e trabalhem para minimizá-lo, garantindo a equidade e a imparcialidade nos algoritmos utilizados. Outro aspecto importante é a ética na IA. À medida que a IA se torna mais avançada e autônoma, surgem questões sobre responsabilidade, privacidade e viés algorítmico. É fundamental garantir que os sistemas de IA sejam transparentes, justos e confiáveis, levando em consideração os valores éticos e os direitos humanos. A inteligência artificial (IA) tem se tornado cada vez mais presente na contemporaneidade, trazendo consigo uma série de impactos sociais. Neste artigo, exploraremos os diversos aspectos desse tema fascinante e discutiremos como a IA afeta a sociedade atual.

A IA pode auxiliar o médico a ver coisas que seriam mais difíceis de serem detectadas. “Mas o médico tem que estar preparado para usar essa ferramenta e saber criticar a informação”. Para muitas organizações, o futuro passa por rever o conceito de “experiência do consumidor” de forma a incluir as promessas e as armadilhas de resultados alavancados por inteligência artificial. Outro imperativo será entrar em um debate sério sobre a ética de utilizar inteligência artificial e onde traçar os limites de seu uso. A ação coletiva, que poderia envolver um debate em nível setorial sobre auto-regulamentação e engajamento com órgãos reguladores, também deve ganhar maior importância. Organizações que estimulem tais habilidades estarão mais bem posicionadas para atender seus clientes e a sociedade de maneira eficiente, evitar complicações éticas, corporativas, de reputação e regulatórias e escapar de uma possível crise existencial que poderia prejudicar sua permanência.

Para isso, esses países investem pesadamente na captação, na retenção e na formação de talentos na área de IA e na criação de uma estrutura de pesquisa básica e aplicada capaz de gerar e transferir conhecimento para o setor produtivo. Essa transferência, além de agregar valor ao que é produzido no país, estimula a criação de startups inovadoras. Com isso, esses países conseguem não apenas dar conta de suas demandas internas, mas também melhorar a balança comercial, trazer novos investimentos e criar postos de trabalhos bem remunerados. Se o Congresso não conseguir regulamentar com sucesso as redes sociais, será um desafio agir rapidamente para lidar com as preocupações sobre o que Swisher chama de “corrida armamentista” da inteligência artificial. Nos Estados Unidos, a supervisão federal das empresas de redes sociais é baseada, em grande parte, na Lei de Decência nas Comunicações, aprovada pelo Congresso americano em 1996, além de uma cláusula curta, mas poderosa, contida no artigo 230 da lei. E o tema mais quente na conferência interativa South by Southwest — uma reunião global de formuladores de políticas, investidores e executivos da área de tecnologia, realizada em Austin, no Estado americano do Texas — foi o potencial e o poder dos programas de inteligência artificial.

Como garantir que os sistemas autônomos ajam de maneira ética em situações de dilemas morais? Essas questões exigem discussões aprofundadas e a definição de diretrizes éticas claras para orientar o desenvolvimento e uso da IA. É fundamental LM Studio considerar os princípios de transparência, responsabilidade e justiça ao projetar e implementar sistemas de IA. A inteligência artificial (IA) tem o potencial de gerar diversos impactos sociais, tanto positivos quanto negativos.

A monitoração de análises alavancadas por IA é um esforço contínuo, e não uma atividade realizada apenas uma única vez. Questões relativas a processos e tecnologia em todo o cenário operacional podem impactar negativamente o desempenho de sistemas de inteligência artificial. Por exemplo, uma grande instituição financeira enfrentou problemas quando seu software de cumprimento de normas e regulamentação não foi capaz de detectar problemas de trading porque a alimentação de dados deixou de incluir todas as transações de clientes. A regulação da IA não é apenas um problema tecnológico, que possa ser facilmente atualizado para lidar com a criação de e com novas tecnologias. É também um problema de ciências sociais, requerendo para isso a contribuição de especialistas em ciências humanas, que possam melhor avaliar os diferentes aspectos que afetam a vida das pessoas. A escrita de uma boa regulação deve passar por discussões e debates com a sociedade, para considerar os diferentes ângulos, ser clara e continuar válida no futuro.

Países com liderança tecnológica já iniciaram essa formação há, pelo menos, uma década. O perigo, segundo avaliou, é precisar de gente mais especializada para desenvolver a tecnologia e, por outro lado, perder aqueles empregos mais simples. Com uma tecnologia dessas, programas simples de computação, os chamados softwares, desenvolvidos por empresas de pequeno porte, podem ser totalmente automatizados. O COO do banco europeu começou reunindo os líderes das áreas de negócios, TI, segurança e gestão de risco para avaliar e priorizar os maiores riscos. Um dos riscos que inesperadamente chegou ao topo da lista foi o desenvolvimento de recomendações de má qualidade ou tendenciosas de produtos para clientes.

Já na Antiguidade, seres artificiais e homens mecânicos apareciam em mitos gregos e romanos. Filósofos e matemáticos de várias eras exploraram a possibilidade de mecanização do pensamento. No início do século passado, a ideia começa a surgir nas obras de ficção científica, como na peça teatral Rossum’s Universal Robots (1920), que introduziu a palavra “robô”, e no celebrado filme Metropolis (1927).


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